Este é um blog para divulgar meus trabalhos, minhas criaçoes, fotos, textos interessantes, músicas, filmes... Sou artista Plástica com formação no Atelier da Prefeitura de Porto Alegre.
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Libros de Artistas
Libros pintados, dibujados, escritos, algunos con textos propios, otros prestados. Algunos realizados con cartón de la calle, otros con retazos de telas
http://www.arteenlibros.com.ar/libroartista/libroartista8.html
http://www.arteenlibros.com.ar/libroartista/libroartista8.html
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Recortes incríveis em papel
Recortes incríveis em papel (Zupi)
Bovey Lee nasceu em Hong Kong, na China, cidade onde se formou em artes, em 1991. Dois anos depois, foi estudar pintura nos Estados Unidos, concluindo o curso em 1995. Finalmente, para finalizar seu impressionante currículo acadêmico, estudou arte digital em Nova Iorque.
Hoje a artista vive e trabalha em Pittsburgh, criando, com as próprias mãos, intrincados recortes em papel de arroz. Em suas próprias palavras, os temas ocultos em suas obras são “poder, sacrifício e sobrevivência. De 2005 a 2007, obtive inspiração de meu gênero e identidade cultural para contar histórias de assimilação. Entre 2008 e 2009, o mundo enfrentou uma grande crise econômica e desastres naturais, e meus recortes retratavam personagens sobrevivendo na adversidade. Desde 2010 venho explorando a mente imaginativa e a memória filtrada/alterada como agentes de sobrevivência que mudam a maneira como recontamos nossas experiências, entendemos o mundo e percebemos a realidade”.
Bovey Lee nasceu em Hong Kong, na China, cidade onde se formou em artes, em 1991. Dois anos depois, foi estudar pintura nos Estados Unidos, concluindo o curso em 1995. Finalmente, para finalizar seu impressionante currículo acadêmico, estudou arte digital em Nova Iorque.
Hoje a artista vive e trabalha em Pittsburgh, criando, com as próprias mãos, intrincados recortes em papel de arroz. Em suas próprias palavras, os temas ocultos em suas obras são “poder, sacrifício e sobrevivência. De 2005 a 2007, obtive inspiração de meu gênero e identidade cultural para contar histórias de assimilação. Entre 2008 e 2009, o mundo enfrentou uma grande crise econômica e desastres naturais, e meus recortes retratavam personagens sobrevivendo na adversidade. Desde 2010 venho explorando a mente imaginativa e a memória filtrada/alterada como agentes de sobrevivência que mudam a maneira como recontamos nossas experiências, entendemos o mundo e percebemos a realidade”.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Gaúchas ganham premio em Exposição de Artes no exterior.
Com o Livro de Artista METAMORPHOSE elaborado este ano aqui em Porto Alegre feito todo em tecido, Leci Bohn, Jane Balconi, M. Julieta D. Ferreira, There Reis, Therezinha F. Lima se classificam em 3º lugar na Bienal Européia de Livro de Artista em Satu-Mare, Romênia. Sob a curadoria de Dorothea Fleiss da Universidade de Stutgtgard.
Entrem no site e vejam.
http://eibab.blogspot.com/2010/09/winners-2010.html
Entrem no site e vejam.
http://eibab.blogspot.com/2010/09/winners-2010.html
Um lugar pra conhecer e divulgar...NAVI(Núcleo de Artes Visuais de Caxias do Sul)
Esta entidade ja tem 20 anos, iniciou suas atividades em 30/11/1988.
Iniciativa de um grupo de artistas plásticos e representantes da comunidade.
Tem por objetivos estimular e desenvolver atividades relacionadas a Artes Visuais, promover a sua difusão e incentivar a produção e o pensamento artísticos, a todos os interessados de forma ampla e irrestrita.
O núcleo tem pautado seus trabalhos por princípios éticos e pela generosidade.
Tem registrado seu trabalho em livros, video, e exposições, inclusive aqui em Porto Alegre.
Iniciativa de um grupo de artistas plásticos e representantes da comunidade.
Tem por objetivos estimular e desenvolver atividades relacionadas a Artes Visuais, promover a sua difusão e incentivar a produção e o pensamento artísticos, a todos os interessados de forma ampla e irrestrita.
O núcleo tem pautado seus trabalhos por princípios éticos e pela generosidade.
Tem registrado seu trabalho em livros, video, e exposições, inclusive aqui em Porto Alegre.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Desenhos de Laurie Lipton
Laura Lipton nasceu em Nova Iorque, e aos quatro anos já desenhava. Ela foi a primeira pessoa a se graduar na Carnegie-Mellon University, na Pensilvânia, com um diploma de Belas Artes em Desenho.
Fortemente influenciada pelas religiosas pinturas flamengas, tentou pintar seguindo o estilo dos mestres holandeses do século XVI e falhou. Durante a faculdade, começou a desenvolver um estilo peculiar de desenho, definindo tons com hachura. “É um jeito insano de desenhar”, diz ela, “mas o detalhe e luminosidade resultantes fazem valer o esforço. Meus desenhos levam mais tempo para serem criados do que uma pintura do mesmo tamanho e com os mesmos detalhes”.
A falta de cores de suas obras, criadas com carvão artístico e lápis, se deve à influência da fotógrafa Diane Arbus. “Seu uso do preto e branco atinge o âmago do meu ser. Preto e branco são as cores de antigas fotografias e programas de TV… são as cores dos fantasmas, da espera, do passar do tempo, da memória e da loucura. Percebi que eram perfeitas para o teor do meu trabalho”, comenta Laura. (Zupi)
Fortemente influenciada pelas religiosas pinturas flamengas, tentou pintar seguindo o estilo dos mestres holandeses do século XVI e falhou. Durante a faculdade, começou a desenvolver um estilo peculiar de desenho, definindo tons com hachura. “É um jeito insano de desenhar”, diz ela, “mas o detalhe e luminosidade resultantes fazem valer o esforço. Meus desenhos levam mais tempo para serem criados do que uma pintura do mesmo tamanho e com os mesmos detalhes”.
A falta de cores de suas obras, criadas com carvão artístico e lápis, se deve à influência da fotógrafa Diane Arbus. “Seu uso do preto e branco atinge o âmago do meu ser. Preto e branco são as cores de antigas fotografias e programas de TV… são as cores dos fantasmas, da espera, do passar do tempo, da memória e da loucura. Percebi que eram perfeitas para o teor do meu trabalho”, comenta Laura. (Zupi)
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