domingo, 29 de agosto de 2010

Chloë Agnew

Chloë Agnew

Chloë Agnew


Chloë Elisabeth Aislinn Moira Agnew (nasceu em 9 de junho de 1989 em Dublin, Irlanda) é uma cantora irlandesa que ganhou fama pela sua partipação no grupo musical Celtic Woman. Ela reside em Knocklyon, município de Dublin, Irlanda, com a mãe Adéle "Twink" King e sua irmã mais jovem Naomi Agnew.

Atualmente ela se apresenta pelo mundo (principalmente nos EUA e Canadá) como uma das integrantes do grupo Celtic Woman.
Carreira musical
Em 2000, com 11 anos, Chlöe pediu ao diretor David Downes para gravar uma canção para angariar fundos para as crianças de Afeganistão. Ela gravou "Angel of Mercy" (Anjo de Misericórdia) para o álbum " This Holy Christmas Night" (Essa Noite de Natal) que arrecadou mais de de GB£20,000 (mais de US$ 41.000,00) para o Fundo de Caridade das Crianças afegãs em 2001. Durante este ano, ela se juntou à "Christ Church Cathedral Girls' Choir" (Coro de Meninas da Catedral da Igreja de Cristo) e permaneceu como integrante durante três anos.

Em 2002, com 12 anos de idade, Chlöe assinou contrato com a "Celtic Collections", e com o apoio de Downes ela gravou seu primeiro álbum, "Chloë".

Dois anos depois, em 2004, ela gravou seu segundo álbum, "Chloë: Walking in the Air". No mesmo ano ela surgiu como parte do grupo "Celtic Woman" no teatro The Helix em Dublin. Até o momento (agosto/2007) ela já gravou 4 álbuns com o grupo e tem participado de várias excursões pelo mundo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Jean Pierre Augier


Nascido no ano de 1941 em Nice no vilarejo de Saint-Antoine-de-Siga, Jean Pierre Augier quando criança recolhia ferramentas e sucatas no trajeto da escola, que utilizava como brinquedos sob os olhares complacentes do pai Pierre, um agricultor amante da caça e da pesca e da mãe Josephine, uma dona de casa sensível e amorosa.
Em 1955 conclui o ensino primário e estimulado por miss Carpenter, sua professora, percorre museus, mosteiros, igrejas e catedrais, passando a ter um contato mais direto com as artes plásticas
Em 1956 sob orientação do escultor Marcel Maury passou a criar colares e pulseiras feitas de escamas de pinhas
Durante o serviço militar na Argélia (1961-1963), esculpiu em madeira as figuras do deserto e criou peças de cerâmica inspiradas em gravuras rupestres.
Ao dar baixa do exercito (1964) aprende a soldar e encontra o sucesso inspirando-se nas peças de ferro, às quais passa a dar formas, transformando-as em personagens articulados, aos quais imprime segundo ele mesmo diz, as quatro “virtudes cardeais”: graça, movimento, sensibilidade e humor.
Maternidade, fábulas, contos de fadas, mitologia e temas religiosos são os temas favoritos deste artista genial conhecido como o “mágico do ferro”, que ostenta em seu currículo exposições individuais nos museus mais importantes da Europa e coletivas ao lado dos escultores mais famosos do mundo.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cora Coralina


Voz viva da cidade de Goiás, personagem e símbolo da tradição da vida interiorana, Cora Coralina nasceu em 20 de agosto de 1889, na casa que pertencia à sua família há cerca de um século e que se tornaria o museu que hoje reconta sua história. Filha do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e Jacita Luiza do Couto Brandão, Cora, ou Ana Lins dos Guimarães Peixoto (seu nome de batismo), cursou apenas as primeiras letras com mestra Silvina e já aos 14 anos escreveu seus primeiros contos e poemas. Tragédia na Roça foi seu primeiro conto publicado.
Em 1934 casou-se com o advogado Cantídio Tolentino Bretas e foi morar em Jabuticabal, interior de São Paulo, onde nasceram e foram criados seus seis filhos. Só voltou a viver em Goiás em 1956, mais de vinte anos depois de ficar viúva e já produzindo sua obra definitiva. O reencontro de Cora com a cidade e as histórias de sua formação alavancou seu espírito criativo.

Tradições e festas religiosas, a comida típica da região, as famílias e seus 'causos', tudo motivava a escritora fazer uma ponte entre o passado e presente da cidade, numa tentativa de registrar sua história e entender as mudanças. Nas suas próprias palavras: "rever, escrever e assinar os autos do Passado antes que o Tempo passe tudo ao raso". Com a mesma rica simplicidade de seus personagens, Cora fazia doces cristalizados para vender.

Seu primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e outras histórias mais , foi publicado em 1965, e levou Cora, aos 75 anos, finalmente a ser reconhecida como a grande porta-voz de uma realidade interiorana já afetada pelo avanço da modernidade. O poeta Carlos Drummond de Andrade, surpreendido com a obra de Cora, escreveu-lhe em 1979: "(...) Admiro e amo você como a alguém que vive em estado de graça com a poesia. Seu livro é um encanto, seu lirismo tem a força e a delicadezadas coisas naturais (...)".

Cora Coralina faleceu em Goiânia a 10 de abril de 1985. Logo após sua morte, seus amigos e parentes uniram-se para criar a Casa de Coralina, que mantém um museu com objetos da escritora.
- Doutor Honoris Causa - Universidade Federal de Goiás (1983)
- Troféu Juca Pato - União Brasileira dos Escritores (1983)
- Troféu Cora Coralina - Coordenadoria de Moral e Civismo da Secretaria de Educação do Rio de Janeiro (1982)
- Grande Prêmio da Crítica - Associação Paulista de Críticos de Arte

Todas as Vidas


Vive dentro de mimuma cabocla velha de mau-olhado, acocorada ao pé do borralho, olhando para o fogo. Benze quebranto.Bota feitiço... Ogum. Orixá. Macumba, terreiro. Ogã, pai-de-santo...Vive dentro de mima lavadeirado Rio Vermelho. Seu cheiro gostoso d'água e sabão. Rodilha de pano.Trouxa de roupa, pedra de anil.Sua coroa verde de São-caetano.Vive dentro de mim a mulher cozinheira. Pimenta e cebola.Quitute bem feito. Panela de barro. Taipa de lenha. Cozinha antigatoda pretinha. Bem cacheada de picumã.Pedra pontuda.Cumbuco de coco. Pisando alho-sal.Vive dentro de mim a mulher do povo. Bem proletária. Bem linguaruda, desabusada,sem preconceitos,de casca-grossa,de chinelinha, e filharada. Vive dentro de mima mulher roceira. -Enxerto de terra,Trabalhadeira. Madrugadeira. Analfabeta. De pé no chão.Bem parideira.Bem criadeira. Seus doze filhos, Seus vinte netos.Vive dentro de mima mulher da vida. Minha irmãzinha... tão desprezada, tão murmurada...Fingindo ser alegre seu triste fado. Todas as vidas dentro de mim: Na minha vida - a vida mera das obscuras!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Edmund Leighton


Edmund Blair Leighton (21 September 1853—1 September 1922) was an English painter of historical genre scenes, specializing in Regency and medieval subjects.
Leighton was the son of the artist Charles Blair Leighton. He was educated at University College School, before becoming a student at the Royal Academy Schools. He married Katherine Nash in 1885 and they went on to have a son and daughter. He exhibited annually at the Royal Academy from 1878 to 1920.[1]

Leighton was a fastidious craftsman, producing highly-finished, decorative pictures. It would appear that he left no diaries, and though he exhibited at the Royal Academy for over forty years, he was never an Academician or an Associate.
He commenced exhibiting in 1874, and succeeded, four years later, in securing the verdict of the Hanging Committee of the Royal Academy in favour of two works, entitled respectively ‘Witness My Act and Seal,’ and ‘A Flaw in the Title.’ Since then his highly wrought style was regularly represented at Burlington House until two years prior to his decease. Among the better known of his pictures, many of which were published, may be named ‘The Dying Copernicus (1880), To Arms (1888), Lay thy sweet hand in mine and trust in me ( 1891), Lady Godiva (1892), Two Strings (1893), Launched in Life (1894), The Accolade (1901), Tristan and Isolde (1907), The Dedication (1908), The Shadow (1909), ‘To the Unknown Land (1911),’ and ‘The Boyhood of Alfred The Great,’ 1913. For the past dozen years or so, Mr E Blair Leighton had been a member of the Royal Institute of Oil Painters. He had married in 1885, Miss Katherine Nash, by whom he had, with a daughter, one son, Mr E J Blair Leighton, who has also adopted painting as a profession.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Arte naïf


Arte naïf ou arte primitiva moderna é, em termos gerais, a arte que é produzida por artistas sem preparação académica na arte que executam (o que não implica que a qualidade das suas obras seja inferior). Caracteriza-se, em termos gerais, pela simplicidade e pela falta de alguns elementos ou qualidades presentes na arte produzida por artistas com formação nessa área. (Veja também art brut, género artístico que tem algumas semelhanças.)

O termo naïf presume a existência (por contraste) de uma forma académica de proceder nas artes - uma forma "educada" na criação artística, que os artistas desta corrente não seguirão. Na prática, com tudo, também existem "escolas" de artistas naïf. Ao longo do tempo, o estilo foi sendo cada vez mais aceito e valorizado.

As principais características da arte naïf (por exemplo, na pintura) são a forma desajeitada como se relacionam determinadas qualidades formais; dificuldades no desenho e no uso da perspectiva que resultam numa beleza desequilibrada mas, por vezes, bastante sugestiva; uso frequente de padrões, uso de cores primárias, sem grandes nuances; simplicidade no lugar da subtileza, etc. Por se referir à uma tendência estética e não particularmente a uma corrente de pensamento é recorrente a errônea classificação "naif" de artistas na realidade conscientes de sua produção formal que optam por uma figuração sem compromisso fotográfico com a realidade (como exemplo o pintor Henri Rousseau, exímio colorista, considerado diversas vezes um "ingênuo"). Tornou-se um estilo tão popular e reconhecível que já existem obras que podemos classificar como pseudo-naive.