sábado, 7 de agosto de 2010

Danny Boy


Oh Danny boy, the pipes, the pipes are calling
From glen to glen and down the mountain side
The summer's gone and all the roses dying
'Tis you, 'tis you must go and I must bide

But come ye back when summer's in the meadow
Or when the valley's hushed and white with snow
And I'll be here in sunshine or in shadow
Oh Danny boy, oh Danny boy I love you so

But if he come and all the roses dying
And I am dead, as dead I well may be
He'll come and find the place where I am lying
And kneel and say an ava there for me

And I shall feel, oh soft you tread above me
And then my grave will richer, sweeter be
For you will bend and tell me that you love me
And I shall rest in peace until you come to me

Danny Boy - Carly Simon







sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Clarissa Pinkola Estes


Finding Your Inner Wolf
(Barbara Wood)
I recently re-read a book that I enjoyed as much the second time around as I did the first. And so I would like to share it with you. "Women Who Run With the Wolves," is written by Clarissa Pinkola Estes, a Jungian analyst who urges modern women to get in touch with their inner, intuitive selves. There is, Estes tells us, in our contemporary culture, the injunction for women to be perfect - that is, to behave, be nice, be modest, be polite. This injunction is not only nonsense, it is impossible, because to be perfect means you have to sit perfectly still and that nothing about you can ever change. To live such a life would be boring to say the least, and not at all productive.


And I agree! Women today are indeed cut off from their inner selves, their desires and urges, because they feel pressured to conform to societal norms. Through examples of folklore, fairy tales and dream symbols, Estes helps women to restore neglected intuitive and instinctive abilities. And do not let the title mislead you. Although the author claims that wolves and women share a psychic bond in their fierceness, grace and devotion to mate and community, the tales in this book are not about wolves. Drawn from many cultures and eras, exotic, intriguing, even a bit racy, these stories illustrate the ways of the "wild woman," and convince us of the necessity, in order to lead rich, successful and satisfying lives, to reclaim our innate wildness.

In addition, "Women Who Run With the Wolves" has helped me to shape strong independent heroines in my own novels, such as Samantha Hargrave in "Domina" and Grace Treverton in "Green City In the Sun."

This is not a how-to book, by the way, nor does the author dare to tell us "what's wrong with us." The purpose of the book is to illuminate, to open our eyes to the reality of our inner, primal selves, to help us find our wolf pack as it were, to sense our inner cycles, to claim our femininity without giving up what is our basic nature, to live a life with strength and dignity, and, like the wolf, to be instinctive, loyal, life-giving, aware. Ultimately, what this book teaches us is that we must never let anyone tell us how to live otherwise.

So find your inner wolves, sisters, and run with them!




Assista o vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=OCkuS9fLpXg

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Cora Coralina


Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.

Cora Coralina

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Gaston Bachelard - Frases

Todo o conhecimento é uma resposta a uma pergunta.
O real não é nunca aquilo em que se poderia acreditar, mas é sempre aquilo em que deveríamos ter pensado.
A conquista do supérfluo provoca uma excitação espiritual superior à conquista do necessário.
Quem acha sem procurar é quem longamente buscou sem encontrar.
Face á realidade, o que julgamos saber claramente ofusca o que deveríamos saber.
A imaginação não é mais do que a pessoa arrebatada nas coisas.
Não há uma verdade fundamental, apenas há erros fundamentais.
Imaginar é aumentar o real em um tom.
Para ensinarmos um aluno a inventar
precisamos mostrar-lhe que ele já possui
a capacidade de descobrir
Com os seres vivos, parece que a natureza se exercita no artificialismo. A vida destila e filtra.

Gaston Bachelard


Gaston Bachelard nasceu em 27 de junho de 1884, em Bar-sur-Aube, França e faleceu a 16 de outubro de 1962, em Paris, França. Foi um filósofo e poeta francês que estudou sucessivamente as ciências e a filosofia. Seu pensamento está focado principalmente em questões referentes à filosofia da ciência.

Gaston Bachelard nasceu em Champagne (Bar-sur –Aube), em 1884. De origem humilde, Bachelard sempre trabalhou enquanto estudava. Pretendia formar-se engenheiro até que a Primeira Guerra Mundial eclodiu e impossibilitou-lhe a conclusão deste projeto. Passa a lecionar no curso secundário as matérias de física e química. Aos 35 anos inicia os estudos de filosofia, a qual também passa a lecionar. Suas primeiras teses foram publicadas em 1928 (Ensaios sobre o conhecimento aproximado e Estudo sobre a evolução de um problema de Física: a propagação térmica dos sólidos). Seu nome passa a se projetar e é convidado, em 1930, a lecionar na Faculdade de Dijon. Mais tarde, em 1940, vai para a Sorbonne, onde passa a lecionar cursos que são muito disputados pelos alunos devido ao espírito livre, original e profundo deste filósofo que, antes de tudo, sempre foi um professor. Bachelard ingressa em 1955 na Academia das Ciências Morais e Políticas da França e, em 1961, é laureado com o Grande Prêmio Nacional de Letras. Bachelard morreu em 1962.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Willian Blake


O Jardim do Amor
O Jardim do Amor fui visitar,
E vi então o que jamais notara:
Lá bem no meio estava uma Capela,
Onde eu no prado correra e brincara.

E os portões desta Capela não abriam,
E "Não farás" sobre a porta escrito estava;
E voltei-me então para o Jardim do Amor
Lá onde toda a doce flor se dava;

E os túmulos enchiam todo o campo,
E eram esteias funerárias as flores;
E Padres de preto, em seu passeio secreto,
Atando com pavores minhas alegrias & amores.

William Blake, in "Canções da Experiência"
Tradução de Hélio Osvaldo Alves