quinta-feira, 2 de julho de 2015

Exposição de Arte Postal "Mangia che ti fa bene"

A Associação Cultural ItáliaPorto Alegre, agradecendo a participação, tem o prazer de convidá-los para a Exposição de Arte Postal "Mangia che ti fa bene", que ocorrerá de 1º a 26 de julho na Galeria do 4º andar da Usina do Gasômetro de Porto Alegre.Abertura as 19h.
L'Associazione Culturale Italia-Porto Alegre, ringraziando per la partecipazione, ha il piacere di invitarvi all'Esposizione di Arte Postale: "mangia che ti fa bene", che si terrà, dal 1º al 26 luglio, presso la Galleria del 4º piano dell'Usina do Gasometro di Porto Alegre.
Ere Mogetti, Armando Traversoni e Mara Caruso

Mangia che ti fa bene

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MMA 31

http://arnolfini-mma.blogspot.com.br/2015/06/no31-kapcsolok-switches.html?view=sidebar




Vamos participar?

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Convocatoria de Arte Postal

CONVOCATORIA DE ARTE CORREO “ A corazón abierto”





Tema: otra oportunidad para el amor




Técnica Libre (no elementos perecederos)

Medias: 15 x 21 cm




Fecha Límite de recepción 30/11/13




Enviar a

silvia calvo

Gral.Urquiza 1715

CP 1243



Ciudad Autónoma de Buenos Aires

Argentina



El material recibido será expuesto en



http//acorazonabiertoartecorreo.blogspot.com





Mail Art Call for "open heart"



Topic: another chance for love



Free technical (no perishable items)

Socks: 15 x 21 cm



DEADLINE 30/11/13



Send to

Silvia Calvo

Gral.Urquiza 1715

(CP 1243) CABA

Argentina



The material received will be published in

http / / acorazonabiertoartecorreo.blogspot.com





Reciclagem de palavras perdidas - Arte Postal




http://issuu.com/donneinpuntadipenna/docs/al_riciclo_delle_parole_perdute/1








reciclagem de palavras perdidas - arte postal

domingo, 1 de julho de 2012

"Boreas and Oreithyia"

Evelyn de Morgan



Bóreas ou Boreas (em grego: Βορέας), na mitologia grega, era um dos Titãs que representavam os ventos - sendo este o bravio vento norte. Na mitologia romana, recebe o nome de Áquilo, Aquilão ou Setentrião de "septem" e "triones" (sete trios, literalmente) - alusão à constelação da Ursa Maior. De Setentrião deriva o sinônimo pouco utilizado para as coisas relativas ao norte, "setentrional


O nome Boreas significa algo como "vento norte" ou "devorador".

Boreas também era o nome de um mortal, o pai do rei Haemus, da Trácia.

Bóreas era muito forte, de temperamento violento. Ele freqüentemente era descrito como um homem velho, alado, com cabelos longos e revoltos, segurando uma concha e vestindo uma capa. Pausânias descreve Bóreas como tendo cobras no lugar dos pés - mas nas representações artísticas sempre aparece com pés humanos, dotados de asas

É um dos ventos filhos de Eos (a Aurora) e Astreu. Seus irmãos são Zéfiro, Nótus e Euro, todos são Titãs.

Ao contrário de Zéfiro, que era identificado como uma brisa ou vento mais suave, Bóreas fazia-se quase sempre imprevisível e furioso.

Seu mito mais conhecido alude ao seu parentesco com os atenienses

Bóreas caíra de amores pela princesa ateniense Orítia – filha do rei Erecteu. Tendo-a cortejado sem sucesso, o Vento Norte resolve raptá-la quando esta vagava às margens do rio Ilisus. Dessa união nasceram os Boréades – Zetes, Calais, Aura e Quione, a princípio humanos, e depois dotados de belas asas douradas.

Graças a este "parentesco" com Atenas, através do casamento com a princesa, a ele reputam a vitória sobre a armada de 400 navios do rei persa Xerxes, destruída por uma borrasca quando estavam ancorados. Segundo informa Heródoto, algo semelhante havia ocorrido doze anos antes – e desta feita os atenienses eram bastante enfáticos em afirmar que, da mesma maneira que Bóreas os ajudara antes, também era o responsável pelo que aconteceu nesta ocasião. Construíram para o deus um santuário no rio Ilisus.

A cidade, agradecida, rendia-lhe homenagens anualmente, num festival próprio a este deus, as "Boreasmi".

Este mito foi dramatizado por Ésquilo numa peça teatral que se perdeu, intitulada "Oreithyia".

Bóreas e os cavalos

Existe outro mito que diz haver Bóreas se transmutado num corcel negro, a fim de cruzar com um rebanho de éguas – e, fruto deste amor nasceu uma dúzia de cavalos que, ao correr, pareciam voar sobre o solo. Estas éguas pertenciam a Erichthonius, rei de Tróia. Plínio (Naturalis Historia iv.35 e viii.67), imaginou que possivelmente as éguas estivessem com seus traseiros voltados para o vento norte, e daí conceberam sem a presença de um garanhão. Mito com continuação......

Amores e filhos

Além da princesa Orítia e das éguas troianas, também foi amante da ninfa Pytis




Di Cavalcanti

Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo, mais conhecido como Di Cavalcanti (Rio de Janeiro, 6 de setembro de 1897 — Rio de Janeiro, 26 de outubro de 1976) foi um pintor, desenhista, ilustrador e caricaturista brasileiro



domingo, 24 de junho de 2012

A espada de Damocles

Dâmocles é uma figura participante de uma história moral que faz parte da cultura grega clássica. A personagem pertence mais propriamente a um mito que figurou na história perdida da Sicília, escrita por Timaeus de Tauromenium entre 356 a 260 anos antes de Cristo. Cícero pode tê-la lido no Diodorus Siculus e fez uso dela em suas Tusculan Disputations V.61 - 62.




Conta-se pois que Dâmocles, era um cortesão bastante bajulador na corte de Dionísio I de Siracusa - um tirano do século 4 A.C, na Sicília. Ele dizia que, como um grande homem de poder e autoridade, Dionísio era verdadeiramente afortunado. Então, Dionísio ofereceu-se para trocar de lugar com ele apenas por um dia, para que ele também pudesse sentir o gosto de toda esta sorte.



Assim, à noite, um banquete foi realizado onde Dâmocles adorou ser servido como um rei e não se deu conta do que se passava por cima de si. Somente no fim da refeição ele olhou para cima e viu uma espada afiada suspensa por um único fio de rabo de cavalo, directamente sobre a sua cabeça. Imediatamente perdeu o interesse pela excelente comida e pelas belas mulheres ou eunucos que o rodeavam e abdicou de seu lugar dizendo que não queria mais ser tão afortunado.



A espada de Dâmocles é assim uma alusão, frequentemente usada, para representar a insegurança daqueles com grande poder que podem perdê-lo de repente devido a qualquer contingência ou sentimento de danação iminente.

O Mito de Sísifu



Os deuses tinham condenado Sísifo a empurrar sem descanso um rochedo até ao cume de una montanha, de onde ela caía de novo, em conseqüência do seu peso. Tinham pensado, com alguma razão, que não há castigo mais terrível do que o trabalho inútil e sem esperança.A acreditar em Homero, Sísifo era o mais ajuizado e o mais prudente dos mortais. No entanto, segundo outra tradição, tinha tendências para a profissão de bandido. Não vejo nisto a menor contradição. As opiniões diferem sobre os motivos que lhe valeram ser o trabalhador Inútil dos Infernos. Censura-se-lhe, de início, certa leviandade para com os deuses. Revelou os segredos deles. Egina, filha de Asopo, foi raptada por Júpiter. O pai espantou-se com esse desaparecimento e queixou-se dele a Sísifo. Este, que estava ao corrente do rapto, propôs a Asopo contar-lhe o que sabia, com a condição de ele dar água à cidadela de Carinto. Aos raios celestes, preferiu a bênção da água. Por tal foi castigado nos Infernos. Homero conta-nos também que Sísifo havia acorrentado a Morte. Plutão não pôde suportar o espetáculo do seu Império deserto e silencioso. Enviou o deus da guerra, que soltou a Morte das mãos do seu vencedor.




Diz-se ainda que, estando Sísifo quase a morrer, quis, imprudentemente, pôr à prova o amor de sua mulher. Ordenou-lhe que lançasse o seu corpo, sem sepultura, para o meio da praça pública. Sísifo encontrou-se nos infernos. E aí, irritado com uma obediência tão contrária ao amor humano, obteve de Plutão licença para voltar à terra e castigar a mulher. Mas, quando viu de novo o rosto deste mundo, sentiu inebriadamente a água e o sol, as pedras quentes e o mar, não quis regressar à sombra infernal. Os chamamentos, as cóleras e os avisos de nada serviram. Ainda viveu muitos anos diante da curva do golfo, do mar resplandecente e dos sorrisos da terra. Foi necessário uma ordem dos deuses. Mercúrio veio pegar o audacioso pela gola e, roubando-o às alegrias, levou-o à força para os infernos, onde o seu rochedo já estava pronto.